Dialogando sobre a Sexualidade

A sexualidade é um termo que está sendo cada vez mais abordado, porém o que se percebe, é que ela é pouco compreendida.

Escutamos falar de sexualidade associando ao sexo (coito), limitando o conceito apenas ao ato em si.

Maneiras distorcidas, conteúdos impróprios, conceitos inadequados apenas fortalecem os tabus, as barreiras e os preconceitos, dificultando que a pessoas vivenciem a sua sexualidade de forma plena e saudável.

Para entendermos melhor o assunto, construímos a nossa sexualidade desde o momento em que fomos concebidos, em todo o nosso desenvolvimento, do nascimento até hoje. Tudo o que vamos sentindo, escutando, vivenciando, faz parte dessa construção do nosso ser.

Todas as fases dos meninos e das meninas são de extrema importância para esse desenvolvimento. A criança descobrindo o seu corpo, suas sensações, sua auto-imagem… como seus pais ou cuidadores vão lindando com essas fases (o que falam, como falam e como se expressam), a primeira menstruação nas meninas (menarca), a primeira ejaculação nos meninos (semenarca), o que vão escutando sobre o que é ser homem e ser mulher, as diversidades, as orientações sexuais, o que é sexo, o primeiro beijo, a “perda” da virgindade… enfim, até chegarmos ao que somos hoje, como nos vemos, como nos sentimos, como nos expressamos e nos relacionamos.

Somos um ser em construção.

Devemos entender que a sexualidade está em nós, e não podemos ignorá-la.

Alguns conflitos, dificuldades ou disfunções podem aparecer, e devemos estar atentos para não carregar este problema por muito tempo, nos ocasionando uma infelicidade e prejudicando a nossa saúde.

E nada melhor do que buscar um auto conhecimento, compreendendo a sua feminilidade e masculinidade, sem padrões impostos sócio-culturalmente, mas identificar o seu “eu”, incluindo seus sentimentos, emoções e necessidades.

Devemos refletir sobre quem somos, e quem queremos ser, buscando um crescimento emocional, com a finalidade de nos relacionarmos de maneira saudável primeiro com a nossa própria intimidade, e depois se relacionando com o outro satisfatoriamente.

O mais importante, é como vivenciamos a intimidade que temos com o nosso próprio corpo e nossos sentimentos. Experimentar uma sexualidade de forma positiva pode não ser uma tarefa fácil, mas possível  de ser alcançada, favorecendo assim, a busca da nossa felicidade.

Grande abraço,

Adriana Visioli

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